Navegando por Autor "Barone, Luciana Rodriguez"
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Item Construindo refúgios: possibilidades de criação do cuidado na Atenção Primária à Saúde(Grupo Hospitalar Conceição, 2024) Schuh, Mariana; Rodrigues, Elisandro; Barone, Luciana RodriguezOuço Todos os corações batendo Todos os corações do mundo Batendo Ouço Todo esse barulhão que fazem Toda essa percussão selvagem Batendo Ouço Muitos dos corações se calam Muitos dos corações se falam Mais alto Trecho da música Ouço, de Gilberto GilItem FAZENDO ARTE: ESPAÇO PARA A PROMOÇÃO DE AUTONOMIA NA ATENÇÃO BÁSICA À SAÚDE(Grupo Hospitalar Conceição, 2020) Kapper, Bruna Aparecida; Faria, Evelise Rigoni de; Barone, Luciana RodriguezQuando falamos em saúde, apesar dos esforços para pensarmos/trabalharmos no sentido de considerar os sujeitos de uma forma integral, o saber biomédico e curativo focado na doença ainda impera como paradigma. Uma das estratégias utilizadas para ultrapassar este modelo foi a implementação da Atenção Básica em Saúde. Dentre tantas formas possíveis de se trabalhar na atenção básica, existe a promoção de saúde, a qual busca fugir de uma perspectiva biomédica focada na doença e concentra a atenção no sentido de vida e potencialidade do viver independente de diagnósticos clínicos, visualizando a saúde de forma positiva. Nesta perspectiva, os grupos de promoção de saúde tornam-se relevantes para que os sujeitos possam se reconhecer como autores e protagonistas de suas próprias histórias, e não voltarem seu olhar apenas para a condição clínica que permeia sua vida. Assim, o presente estudo teve por objetivo analisar os efeitos do grupo de artesanato realizado na atenção básica à saúde sobre a promoção de autonomia dos indivíduos. Para isso, foi realizada uma pesquisa qualitativa com delineamento estudo de caso múltiplo e posterior análise de conteúdo. Foram entrevistadas 8 usuárias participantes dos grupos de artesanato de duas unidades de saúde distintas, pertencentes a Gerência de Saúde Comunitária do Grupo Hospitalar Conceição. Assim, com este estudo os resultados possibilitaram identificar que o grupo de artesanato contribuiu para a promoção da autonomia das participantes, tanto no que diz respeito às decisões em relação à própria saúde, bem como as suas relações sociais, além disso, a aprendizagem de novas habilidades também constituiu um fator de empoderamento entre as participantes, contribuindo para sua autonomia.Item FLUXOS E ATUAÇÃO DAS(OS) PSICÓLOGAS(OS) NAS UNIDADES DE SAÚDE DA GERÊNCIA DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE DO GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO (GHC): ACESSO E ACOMPANHAMENTO AOS USUÁRIOS(Grupo Hospitalar Conceição, 2024) Henn, Camila Guedes; Cachapuz, Daniela Rosa; Proença, Emanuele Luiz; Faria, Evelise Rigoni de; Cervo, Gisele Milman; Pinheiro, João Paulo; Muller, Juliana de Lima; Blom, Karina; Barone, Luciana Rodriguez; Silveira, Maria Amália Machado da; Silva, Silvia Maria Prado da; Ludwig, Vera LuciaEste documento tem por objetivo balizar, junto às equipes, a atuação do núcleo de psicologia nas unidades de saúde, no que tange ao cuidado compartilhado em saúde mental. Com esse intuito, fornece diretrizes para o acesso e ao acompanhamento dos usuários na Gerência de Atenção Primária à Saúde do Grupo Hospitalar Conceição (GAPS/GHC). Cabe ressaltar que tais fluxos são delineados a partir de particularidades existentes em cada uma das unidades de saúde da GAPS/GHC, como tamanho da população e das equipes, presença de residentes de psicologia, bem como pela organização do funcionamento e dos processos de trabalho de cada equipe. A GAPS/GHC é composto por 12 unidades de saúde localizadas nas zonas norte e leste do município de Porto Alegre, e cada unidade dispõe de um profissional da psicologia compondo a equipe. O conteúdo foi elaborado com base em publicações sobre saúde mental do Ministério da Saúde, bem como em referências técnicas sobre a atuação da psicologia na Atenção Básica. Outros documentos e publicações com propostas norteadoras para a organização dos cuidados de saúde mental na Atenção Básica foram consultados como forma de consolidar a proposta de organização deste serviço. Ao final do ano de 2021, uma primeira versão deste documento foi apresentada à GAPS/GHC1 e coordenações das unidades de saúde. Uma versão reformulada do documento contemplou ajustes sugeridos naquela ocasião, e essa nova versão foi apresentada em cada uma das 12 unidades de saúde, ao longo de 2022, que, por sua vez, também fizeram suas considerações. Desta forma, a versão final deste documento, cujo processo foi liderado pelo núcleo de psicologia, envolveu olhares diversos e um esforço coletivo em sua elaboração. A presente publicação não tem a pretensão de ser um documento normativo e prescritivo sobre as práticas de cuidado em saúde mental na Atenção Básica, ainda que sugira diretrizes para a atuação das equipes e profissionais matriciadores nesse âmbito. Não obstante, constitui-se como diretriz de organização do núcleo de psicologia neste serviço, considerando-se as diferentes especificidades de cada unidade de saúde.
