ALEITAMENTO PARA O PREMATURO INTERNADO NA UNIDADE DE CUIDADOS INTERMEDIÁRIOS NEONATAL DO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO

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2012

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Grupo Hospitalar Conceição

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A alimentação para muitos é um ato genérico, inerente e de fácil assimilação, porém para crianças recém-nascidas, a alimentação é considerada vital, acolhedora e providencial, tanto por criar vínculo íntimo entre a criança e a mãe, demonstrando proteção, como por prover ao recém-nascido todo o sustento físico que ele necessita nos primeiros meses de vida. Por ser o leite materno composto de todos os nutrientes necessários para o desenvolvimento e proteção do recém-nascido, a amamentação é o modo de alimentação mais recomendado nos primeiros meses de vida da criança, devendo ser usada de forma complementar na dieta até os dois anos de vida, exatamente por suprir totalmente as necessidades alimentares a ainda oferecer proteção contra doenças e estimular a ligação emocional entre mãe e bebê. Contudo, quando não há possibilidade de amamentação devido às limitações do RNPT ou quando há rejeição da criança ao ato de mamar, as opções para prover às necessidades alimentares do recém-nascido variam entre alimentação enteral, alimentação parenteral, alimentação via copinho, gavagem e translactação, que buscam suprir as necessidades que não podem ser adquiridas através da amamentação. Em todos os casos, mesmo na amamentação e especialmente na alimentação alternativa, a intervenção da enfermagem se mostra essencial para instruir as mães quanto a técnicas que deverão ser utilizadas para aproveitar ao máximo o aleitamento, tanto na instrução do correto posicionamento para a devida “pega”, na educação da coleta do leite materno, como na correta higienização dos instrumentos e aparelhos que possam ser utilizados para a alimentação, proporcionando ao recém-nascido todo provisão nutritiva necessária para seu completo desenvolvimento. Assim, buscando o esclarecimento quanto a procedimentos utilizados e baseando-se nas experiências presenciadas no alojamento conjunto neonatal intermediário do Hospital Nossa Senhora da Conceição, o presente trabalho tem por definição fazer conhecer as ações que podem ser empregadas para estimular o desenvolvimento fisiológico e emocional daquele que, em razão de seu tempo gestacional parte suprimido, já é de início fragilizado e imaturo, necessitando, assim, de cuidados peculiares à sua carência.

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Palavras-chave

Saúde Pública, Sistema Único de Saúde, Cuidados de Enfermagem, Enfermagem, Aleitamento Materno, Prematuro, Alimentação, Prematuro/crescimento & desenvolvimento

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