Residência Multiprofissional em Saúde

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    AVALIAÇÃO ENTRE PACIENTES QUE REALIZARAM TRAQUEOSTOMIA PRECOCE VERSUS TARDIA EM UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA
    (Grupo Hospitalar Conceição, 2020) Messias, Bruna Elise da Silva; Chaise, Fabiana de Oliveira; Bertazzo, Raquel Bortoluzzi
    Está pesquisa tem como objetivo identificar e comparar o tempo desmame em pacientes que realizaram traqueostomia precoce e tardia em uma Unidade de Terapia Intensiva. A escolha de realizar traqueostomia deve estar baseada em critérios objetivos a partir de falhas em testes de respiração espontânea e/ou desmame da ventilação mecânica. As vantagens de uma traqueostomia em relação à intubação endotraqueal prolongada é o melhor conforto para o paciente, redução do uso de drogas sedativas, menor tempo de desmame da ventilação, menor incidência de pneumonia associada ao suporte ventilatório e menor tempo de hospitalização. Esses benefícios e a demanda por leitos em unidade de cuidados intensivos requer que intervenções como a traqueostomia sejam consideradas de forma precoce em uma Unidade de Terapia Intensiva. Entretanto, muitos profissionais de saúde no Brasil têm dificuldade em lidar com essa condição devido à falta de consensos e evidência neste contexto. Além disso, existe carência de dados que relatam a atual conjuntura estatística do país. Assim, a avaliação de determinantes que estão associados a realização da TQT podem propiciar informações com impactos imediatos e a longo prazo no manejo com esses pacientes. Os resultados obtidos serão divulgados pela elaboração de artigos científicos e apresentação em eventos e congressos.
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    IMPACTO DO TEMPO ATÉ A REALIZAÇÃO DE TRAQUEOSTOMIA NA MOBILIDADE DE PACIENTES EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA
    (Grupo Hospitalar Conceição, 2020) Gobbi, Amanda Batistela; Kutchak, Fernanda Machado
    Introdução: A traqueostomia é um procedimento comumente realizado para facilitar o desmame da ventilação mecânica. Na presença de indicação clínica, não há um consenso sobre tempo de espera adequado até sua realização, o que influencia a mobilidade e a capacidade funcional de pacientes internados em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Objetivo: Avaliar o impacto do tempo até a realização de traqueostomia sobre o nível de mobilidade de pacientes internados em UTI. Metodologia: Foram incluídos pacientes que realizaram traqueostomia durante a internação na UTI do Hospital Cristo Redentor, entre março de 2015 e julho de 2018. A amostra foi dividida em dois grupos, de acordo com o tempo até a realização da traqueostomia: pacientes que a realizaram em até 15 dias de internação e pacientes que a realizaram após 15 dias de internação. A coleta de dados epidemiológicos foi realizada por meio da análise de prontuários eletrônicos e o status funcional, avaliado através da ICU Mobility Scale, foi obtido do banco de dados do serviço de fisioterapia. Resultados: 148 pacientes foram incluídos no estudo, em que 72 realizaram traqueostomia em até 15 dias de internação e 76 após 15 dias de internação. O nível de mobilidade na chegada ao hospital, o tempo de ventilação mecânica, de internação na UTI e de permanência hospitalar tiveram diferenças significativas superiores para o grupo de pacientes que realizaram traqueostomia após 15 dias de internação (p<0,05). Não se verificou correlação entre o nível de mobilidade da alta da UTI e os dias de internação até a traqueostomia. Conclusão: O nível de mobilidade de pacientes internados em UTI não sofre influência do tempo de espera até a realização de traqueostomia. Entretanto, a realização de traqueostomia tardia está associada a maior tempo de ventilação mecânica, de internação na UTI e de permanência hospitalar.
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    VALIDADE PREDITIVA DAS FERRAMENTAS NRS-2002 E NUTRIC SCORE EM PACIENTES CRÍTICOS
    (Grupo Hospitalar Conceição, 2020) Kemmerich, Aline Daiane Steffen; Fink, Jaqueline da Silva; Wentzel, Cristiane da Silva
    A Sociedade Americana de Nutrição Parenteral e Enteral (ASPEN) recomenda a triagem nutricional em pacientes internados na unidade de terapia intensiva (UTI) e indica o uso de duas ferramentas: Nutritional Risk Screening 2002(NRS 2002) ou Nutrition Risk in the Critically Ill (NUTRIC). Este estudo tem como objetivo verificar a validade das ferramentas NUTRIC e NRS-2002 em predizer mortalidade em pacientes críticos. Métodos: Estudo de coorte retrospectivo em duas unidades de terapia intensiva de dois centros hospitalares do sul do Brasil. Foram incluídos pacientes adultos >18 anos que permaneceram na UTI por > 24 horas. NUTRIC e NRS-2002 foram avaliados quanto à capacidade de prever os desfechos óbito na UTI e óbito hospitalar em até 28 dias. Resultados: O estudo incluiu 406 pacientes, a maioria do sexo masculino (>54%). A prevalência de risco nutricional alto foi maior quando utilizada a ferramenta NUTRIC e esteve significativamente associado à mortalidade nos dois centros estudados. Na amostra total, tanto NUTRIC quanto NRS-2002 se mostraram significativamente associados à mortalidade (p≤0,004). Conclusão: NUTRIC e NRS-2002 mostraram-se significativamente associados à mortalidade (p≤0,004), sendo o NUTRIC a ferramenta que apresentou os valores de risco relativo mais elevados.
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    VALIDADE PREDITIVA DAS FERRAMENTAS NRS 2002 E NUTRIC EM PACIENTES CRÍTICOS: ANÁLISE ESTRATIFICADA POR CENTRO
    (Grupo Hospitalar Conceição, 2020) Pires, Vanessa Pradella; Fink, Jaqueline da Silva; Wentzel, Cristiane da Silva
    A Sociedade Americana de Nutrição Parenteral e Enteral (ASPEN) recomenda a triagem nutricional em pacientes internados na unidade de terapia intensiva (UTI) e indica o uso de duas ferramentas: Nutritional Risk Screening 2002 (NRS 2002) ou Nutrition Risk in the Critically Ill (NUTRIC). Este estudo tem como objetivo verificar a validade das ferramentas NUTRIC e NRS 2002 em predizer mortalidade em pacientes críticos. Métodos: Estudo de coorte retrospectivo em 2 unidades de terapia intensiva de 2 centros hospitalares do sul do Brasil. Foram incluídos pacientes adultos (≥18 anos) que permaneceram na UTI por > 24 horas. NUTRIC e NRS 2002 foram avaliados quanto à capacidade de prever os desfechos óbito na UTI e óbito hospitalar em até 28 dias. Resultados: O estudo incluiu uma amostra total de 406 pacientes. No Centro 1, tanto NUTRIC quanto NRS 2002 mostraram-se bons preditores para mortalidade, com riscos relativos entre 1,32 (IC95% (1,02–1,72) e 1,49 (IC95% (1,13–1,97) / p<0,040. Já no Centro 2, apenas o NUTRIC esteve significativamente associado a óbito na UTI [RR = 3,75 (IC95% (1,88–7,50) / p<0,001], e ambas as ferramentas em estudo foram preditoras de óbito em 28 dias, com destaque para o maior valor de risco relativo do NUTRIC. Conclusão: NRS 2002 e NUTRIC se mostraram eficazes preditoras para o desfecho mortalidade, destacando-se a ferramenta NUTRIC, que na amostra predominantemente de pacientes cirúrgicos, demonstrou ser mais eficaz.