Trabalhos de Conclusão de Cursos

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    ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO QUALIFICADA PELA EDUCAÇÃO PERMANENTE
    (Grupo Hospitalar Conceição, 2016) Leopoldino, Maria Aparecida Andreza; Klug, Daniel
    Introdução: Na maioria das instituições hospitalares, o Centro Cirúrgico (CC) é a área de maior demanda de recursos financeiros e que requer atenção especial no planejamento, a fim de minimizar os desperdícios. A qualidade da assistência também está relacionada com o sucesso da realização de uma cirurgia, que requer profissionais com conhecimento e técnicas cirúrgicas e de intervenções que previnam as possíveis complicações perioperatórias e pós-operatórias. Os saberes da experiência e os escolares são necessários e importantes para o bom exercício das funções do cargo e da prática profissional e podem ser construídos por ações educativas em saúde. Nesse sentido, a realização de ações educativas em saúde de um programa de educação permanente em saúde e instrumento para a melhora da qualidade da assistência prestada. Objetivo: Implementar ações de educação permanente em saúde para os profissionais que atuam na equipe de enfermagem do CC. Método: Trata-se de uma pesquisa ação com abordagem quantitativa-qualitativa e cunho descritivo que implementará um programa de educação permanente aos profissionais que atuam na equipe de enfermagem do CC. A equipe é formada por 36 profissionais que atuam nos seguintes cargos e funções: chefia de enfermagem, enfermeira assistencial, técnicos de enfermagem, circulante, maqueiro e instrumentador cirúrgico, que são divididos em turnos de 8 horas, 6 horas e 12 horas, organizados em turnos e contra turnos. Resultados esperados: Participação dos profissionais nas ações de educação em saúde do programa de educação permanente em saúde; a elevação da eficiência, efetividade; e eficácia no desempenho do trabalho realizado pelos profissionais; e apresentação uma diretriz de formação educacional em saúde para a instituição.
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    AVALIAÇÃO DE QUALIDADE DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO PREMATURO EM UMA UNIDADE DE TRATAMENTO INTENSIVO EM NEONATOLOGIA
    (Grupo Hospitalar Conceição, 2007) Fernandes, Fabiana da Silva; Azeredo, Nára Selaimen Gaertner de; Milano, Beatriz
    O prematuro, nos últimos anos, vem cada vez mais fascinando os pesquisadores de Neonatologia. Para Ernani (1997), os estudos nessa área contribuíram para melhorar os conhecimentos sobre as características comportamentais e fisiológicas ao longo do período de prematuridade. Desta forma, esses conhecimentos favoreceram consideravelmente a sobrevivência extra-uterina do recém-nascido (RN) prematuro. O RN prematuro, devido à imaturidade dos órgãos e sistemas, pode apresentar inúmeros problemas que exijam cuidados intensivos. De acordo com Mendes (2005), as chances de um RN prematuro sobreviver estão diretamente relacionadas com uma assistência adequada e eficiente, a fim de detectar e atenuar precocemente as principais intercorrências que possam apresentar. Stright (2004) considera o RN prematuro uma criança de alto risco, necessitando de cuidados especializados. E o sucesso deste atendimento especializado está condicionado a uma boa assistência ao paciente pela equipe de saúde, sendo o papel da enfermagem de fundamental importância. Fraga (2002) relata que uma perfeita combinação de cuidados de enfermagem com a atenção médica permanente ao paciente crítico é essencial para a sua sobrevivência. Os processos dos cuidados assistenciais em Neonatologia, segundo Mendes (2005), têm suas bases descritas desde o século XIX, quando Pierre Budin, em 1900, apresentou quatro fatores fundamentais nos cuidados com o recém-nascido: o ambiente, as técnicas alimentares, os perigos da infecção e o contato mãe-bebê. Para Fraga (2002), os cuidados neonatais observados nos dias atuais sofreram influências positivas com a introdução de novas tecnologias, tais como: a administração do corticóide pré-natal, uso do surfactante neonatal, ventilação de alta freqüência e o uso de óxido nítrico. Entretanto, Fraga (2002) relata que, além deste avanço tecnológico, para uma maior sobrevida destes prematuros é fundamental que a equipe de enfermagem preste um atendimento de qualidade, mantendo-se atenta aos limites que são impostos pela fragilidade desses recém nascidos. Mendes (2005) relata que a equipe de enfermagem de uma unidade de neonatologia deve permanecer sob supervisão constante de um enfermeiro com treinamento específico em neonatologia, e toda a equipe de enfermagem deve ser submetida a treinamento prévio e mantida em atualização constante e fixa no setor, através da educação continuada. Para Carneiro (2000), a educação continuada serve para uma constante atualização, sendo aliada na preparação, informação e na atualização dos conhecimentos científicos e nas habilidades profissionais de enfermagem.