Curso Técnico em Registros e Informações em Saúde
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Item A ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL ASSISTÊNCIAL E ADMINISTRATIVO DA ÁREA DA SAÚDE E A INTEGRALIDADE DO CUMPRIMENTO DA POLÍTICA NACIONAL DE HUMANIZAÇÃO(Grupo Hospitalar Conceição, 2016) Vieira, Tânia Maira dos Santos; Klug, DanielO Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC), um dos hospitais que fazem parte do Grupo Hospitalar Conceição (GHC), é referência no atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e está vinculado ao Ministério da Saúde (MS). Tem como missão “oferecer atenção integral à saúde, com acesso, qualidade e eficácia organizacional, e desenvolver ações de ensino e pesquisa, fortalecendo o SUS”.(BRASIL. Ministério da Saúde. GHC, 2016). Observações visuais foram realizadas, durante a disciplina de Prática Profissional Simulada II do curso Técnico em Registro e Informações em Saúde no setor de emergência e na unidade de medicina interna deste hospital durante o período de uma semana por mês, durante quatro meses. Nesse período foram vivenciados quatro momentos que aqui são relatados e que reafirmam o compromisso dessa instituição junto á comunidade local, região metropolitana, trabalhadores e gestores. A análise qualitativa conclui que a área física de um hospital fundado como unidade privada em 26 de julho de 1960 não responde favoravelmente ao compromisso com a ambiência, melhoria das condições de trabalho e de atendimento que entendemos como um dos itens de humanização, mas a estrutura gestora desta instituição que tem entre seus princípios a valorização do trabalho e do trabalhador demonstra estabelecimento de vínculos solidários e de participação coletiva no processo de gestão permitindo assim viabilizar a Politica Nacional de Humanização (PNH) através da preocupação dos profissionais envolvidos em prestar ou receber atendimento de boa qualidade.Item A CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS PARA CRIANÇAS HOSPITALIZADAS DO HOSPITAL DA CRIANÇA CONCEIÇÃO ( HCC)(Grupo Hospitalar Conceição, 2015) Germann, Dhenifer da Silva; Merlo, Izabel AlvesO Presente relatório tem o foco direto na atividade da contação de histórias para crianças hospitalizadas, desenvolvido no Hospital da Criança Conceição(HCC), que é integrante do Grupo Hospitalar Conceição, em Porto Alegre, e realiza atendimento à maioria das internações do Estado para a faixa de 0 a 14 anos. Descreve como é realizada a contação de histórias, como ela é desenvolvida e quem a realiza. Aponta a importância da contação de histórias no âmbito hospitalar, em especial para as crianças hospitalizadas. Destaca os aspectos de humanização contidos na atividade, bem como os benefícios da mesma para que as crianças possam amenizar os sentimentos de dor e angústia neste período de internação. Aborda a biblioterapia como recurso multidisciplinar que auxilia de forma terapêutica na recuperação da saúde das crianças adoentadas. Salienta a importância da literatura no imaginário da criança ajudando-a a superar esse período em que se encontra afastada de seu ambiente familiar.Item A FORMAÇÃO DO TÉCNICO EM REGISTROS E INFORMAÇÕES EM SAÚDE: EXPERIÊNCIAS E VIVÊNCIAS EM FATURAMENTO HOSPITALAR(Grupo Hospitalar Conceição, 2017) Silva, Iara Martim da; Rizzotto, José Matias; Klug, DanielO presente relatório é uma exigência parcial para a conclusão do curso Técnico em Registros e Informações em Saúde e tem como objetivo instrumentalizar futuras vivências no Setor de Faturamento de Contas do Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC). Para escrever sobre o tema foi realizado um período de vivência neste setor, de dezenove a vinte e seis de abril de dois mil e dezessete, acompanhando sistematicamente toda dimensão do processo. A experiência vivenciada na aplicação do Sistema de Informação Ambulatorial (SIA) e Sistema de Informação Hospitalar (SIH), sua operacionalidade, funcionalidade, fluxos e finalização dos processos, foram fundamentais para selar os estudos teóricos, ministrados em sala de aula, e me capacitar para descrever com veracidade este trabalho.Item A IMPORTÂNCIA DA INFORMAÇÃO PARA A GESTÃO DO TRABALHO NO ALMOXARIFADO DE UM GRANDE HOSPITAL PÚBLICO DE PORTO ALEGRE(Grupo Hospitalar Conceição, 2018) Barbosa, Cássia Caroline Boeira; Severo, Silvani BotlenderO propósito deste relatório é identificar a importância da gestão durante o processo de trabalho, em um grande hospital da zona norte de Porto Alegre. O acesso às informações pertinentes nesse processo coletivo pode otimizar as atividades desempenhadas pela equipe, gerando ganhos globais para a instituição. Inicialmente, um relato de experiência num período neste almoxarifado e, em seguida, a importância do técnico de registro em uma área onde a comunicação mostrou-se falha. Um profissional técnico na área de registros pode levar a informação com precisão e coerência a todos os envolvidos, com o intuito de motivar a aproximação dos funcionários com a gestão do setor. Ao concluir o relato, minhas considerações finais, possibilitando a realização de uma avaliação rápida e abrangente de questões simples, que se analisadas, podem promover uma melhora considerável no funcionamento de um almoxarifado funcional.Item A IMPORTÂNCIA DAS INFORMAÇÕES EM ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE(Grupo Hospitalar Conceição, 2014) Gonçalves, Milena Rodrigues; Dias, Lahir ChavesEste relatório descreve a vivência de uma aluna do curso técnico em registros e informações em saúde num setor de realização de exames do Hospital Nossa Senhora da Conceição. Tem como objetivo relatar a situação vivenciada a fim de sensibilizar os profissionais de saúde quanto à importância das informações na assistência do paciente, seja escrita ou verbal. A falta de comunicação nas informações importantes como de um paciente em isolamento ocasionou que medidas de prevenção, como cuidado com o manuseio e circulação do prontuário, não foram tomadas inicialmente, expondo todos a riscos desnecessários de contaminação de mãos e superfícies. Saliento que a qualidade das informações é muito importante, pois a comunicação clara e objetiva reduz as chances de erro, contribuindo para a segurança do paciente, funcionários e visitantes. Como forma de comunicação a sinalização visual é um instrumento que deve ser estimulado e eu concluo sugerindo uma cor diferenciada para a capa do prontuário de pacientes em isolamento a fim de minimizar as chances de erro de comunicaçãoItem A IMPORTÂNCIA DO AUXILIAR ADMINISTRATIVO, PROFISSIONAL DE SUMA IMPORTÂNCIA NO POSTO DE INFECTOLOGIA 4E(Grupo Hospitalar Conceição, 2017) Mathias, Jessica Alves; Bavaresco, Caren SerraEste trabalho de Conclusão do Curso tem por objetivo descrever a rotina administrativa do Posto de Infectologia através dos relatos de Prática Simulada do curso Técnico em Registros e Informações em Saúde, ocorrida no Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC). Foi através da vivência que pude constatar como ocorre o atendimento administrativo neste setor de infectologia no 4E. A rotina do auxiliar administrativo é basicamente voltada para o funcionamento da assistência ao paciente, fornecendo serviço de recepção aos familiares e visitantes que necessitem de auxílio ou informações sobre o serviço em saúde. Faço algumas observações sobre o serviço do auxiliar administrativo de saúde. Observei que seu trabalho tem um fluxo permanente seu cotidiano se resume apenas realizar atividades administrativas tais como entregar e coletar correspondências interna e externa, digitar documentos em geral, fazer consultas sobre os paciente, execução e emissão de relatórios diários, censo hospitalar diário e listagem de pacientes internados. O uso do sistema pela funcionaria se reduz apenas às consultas sobre o paciente, os registros não fazem parte das suas responsabilidades penso que no acesso ao GHC Sistema de Internação e informações médicas, prontuários do paciente e onde esta concentrada toda a informações de internação poderiam ser implantados relatórios junto ao bloco cirúrgico das cirurgias realizadas por pacientes diariamente, a fim de promover a agilidade na cobrança dos procedimentos, com a participação dos secretários das unidades, fazendo uma parceria com o serviço de faturamento.Item A IMPORTÂNCIA DOS PRINCÍPIOS DO SUS- INTEGRALIDADE E EQUIDADE- NAS ROTINAS ADMINISTRATIVAS DO SETOR DE CARDIOLOGIA DO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO(Grupo Hospitalar Conceição, 2017) Santos, Sílvia Maria Stein dos; Maliska, Alessandra Natacha RinaldoEste trabalho tem como objetivo mostrar a importância dos princípios do SUS (Sistema Único de Saúde), Integralidade e Equidade nas rotinas administrativas do Setor de Cardiologia do HNSC (Hospital Nossa Senhora da Conceição). De uma forma específica o presente trabalho pretende relatar o funcionamento em si, de que forma utilizam os sistemas de informação, o papel do auxiliar administrativo, o atendimento aos pacientes cardiológicos e como são feitas as consultorias. A vivência dentro do setor permitiu observar que não existe um fluxograma pré-definido de atendimento cardiológico, porém existe um Protocolo de Regulação em Cardiologia.Item A ODONTOLOGIA NO SUS(Grupo Hospitalar Conceição, 2012) Soares, Tamara da Silva; Dias, Lahir ChavesPara o entendimento da situação atual da prática odontológica no SUS, é necessário conhecer um pouco da história da odontologia no Brasil, a corrente que deu forma e conteúdo à reforma sanitária no SUS e o reconhecimento da dimensão da saúde bucal no contexto da integralidade, equidade e universalidade da atenção em saúde bucal no conjunto de problemas gerais de saúde-doença. Através de levantamentos realizados a fim de conhecer as condições de saúde bucal da população brasileira ao longo dos anos e acompanhar sua evolução, também se obteve indicadores que retratam a nossa realidade e servem para direcionar um planejamento de saúde nesta área. A partir do primeiro levantamento realizado já percebeu-se que seria necessário implantar um programa em âmbito nacional que atendesse a demanda das necessidades odontológicas de nossa população. Com o a Constituição de 1988 instituiu-se o Sistema Único de Saúde (SUS) que determina que seja obrigatório o atendimento gratuito ao cidadão sendo proibidas cobranças de qualquer espécie. Até então não havia políticas públicas que contemplassem a população na assistência odontológica os serviços estavam inseridos nas Unidades de Saúde ou emergências hospitalares. Atualmente há uma grande gama de procedimentos disponibilizados pela rede pública. Um trabalho mais ativo de prevenção também vem se desenvolvendo, certamente melhorando a qualidade de vida da população.Item A QUALIDADE DOS PROCEDIMENTOS TÉCNICOS NA CAPTAÇÃO DE ÓRGÃOS E TECIDOS PARA TRANSPLANTE(Grupo Hospitalar Conceição, 2015) Rech, Adelaide Regina; Maliska, Alessandra Natacha RinaldoO Dr. Euryclides Zerbini, formou-se em 1935, pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. A equipe chefiada pelo Prof. Zerbini realizaria o primeiro transplante em 26 de maio de 1968, ou seja, pouco mais de cinco meses após o transplante histórico na África do Sul. A partir de 1984, o Rio Grande do Sul entrou oficialmente na era dos transplantes. Fazem parte do grupo de potenciais doadores, o doador com morte encefálica, cuja morte é definida com a parada total e irreversível da atividade do tronco e hemisférios cerebrais, sendo necessários dois exames cliniconeurológicos e um exame gráfico complementar, para a confirmação da morte. O doador vivo refere-se ao indivíduo saudável disposto a doar órgão ou tecido. De modo geral, há dois tipos de transplantes: o autólogo, cujas células, tecidos ou órgãos são retirados da própria pessoa e implantados em um local diferente do corpo; e o alogênico, que compreende a retirada de material de outra pessoa (doador), para ser implantada no paciente (receptor). Os transplantes são procedimentos de alta complexidade e exigem dos recursos humanos dedicados a essa atividade, capacitação adequada e atualizações periódicas. Todas as etapas envolvidas necessitam ser bem executadas e articuladas entre si, desde o momento em que se confirma o diagnóstico da morte encefálica, até o implante do órgão no receptor, sendo que todo o processo deve ser desenvolvido em poucas horas. A qualidade nos procedimentos técnicos na captação de órgãos e tecidos, está em promover este processo de forma transparente e rápida, a fim de alcançar seu objetivo final, que é um transplante bem-sucedido. Desde o ano de 2010, o Hospital Cristo Redentor mantém a primeira posição no estado RS de doadores efetivos. O Hospital Conceição está apto para captação de múltiplos órgãos, porém, como é um hospital especializado na área clínica, as doações são, na sua maioria, de córneas. Após a autorização do familiar para a doação, o plantonista ...Item ACOLHIMENTO NA EMERGÊNCIA(Grupo Hospitalar Conceição, 2017) Suarez, Sheila Dorneles; Macedo, SilviaEste trabalho de conclusão do Curso Técnico em Registros e Informações em Saúde relata a experiência vivida em campo, no estágio realizado na Emergência do Hospital Nossa Senhora da Conceição, considerado um hospital referência do Estado do Rio Grande do Sul. Foram observadas as dificuldades relativas às informações e ao acolhimento, além de ressaltar o modo que é realizado o atendimento para quem procura a Emergência. O desenvolvimento do tema se deu a partir do conhecimento da Política Nacional de Humanização (PNH), que reforça os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) para o esclarecimento de informações para que, a partir desta vivência, possa desenvolver e, consequentemente, prestar um atendimento humanizado ao paciente.Item AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE: O ELO ENTRE A COMUNIDADE E A SAÚDE(Grupo Hospitalar Conceição, 2012) Pagano, Denise Gaeski; Klug, DanielO Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS) e o Programa de Saúde da Família (PSF) foram criados, respectivamente, em 1991 e 1994, com o objetivo de reorganização da prática de atenção à saúde com atividades de prevenção, promoção e recuperação da saúde. Foram iniciativas que apontam de um lado para a expansão do mercado, e, do outro, para a reestruturação do processo de trabalho em saúde, via o trabalho em equipe e criação de novas ocupações para o setor, entre elas o Agente Comunitário de Saúde (ACS). O ACS tem como orientação de atender entre 400 e 750 pessoas, dependendo da realidade e das necessidades locais, como também, desenvolver atividades de prevenção de doenças e promover saúde por meio de ações educativas individuais e coletivas, nos domicílios e na comunidade. O Ministério da Saúde incorporou os agentes comunitários de saúde ao Sistema Único de Saúde (SUS), assim ficou definido, pelo próprio Ministério e pelas secretarias municipais de saúde, que esses trabalhadores, independentemente do nível de escolaridade, deveriam cumprir requisitos formais de: residir há pelo menos dois anos na comunidade; ter idade mínima de 18 anos; saber ler e escrever; ter disponibilidade de tempo integral para exercer suas atividades (BRASIL, 2004).Item AS CORES QUE PRIORIZAM A VIDA PROTOCOLO DE MANCHESTER(Grupo Hospitalar Conceição, 2013) Zytkuewisz, Rochele Alfonso; Bielenki, Claudia Rosana ZaccaniEste trabalho é baseado em pesquisas e estágios vivenciados. A intenção é demonstrar como se dá a Classificação de Risco na Emergência do Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC),baseada no Protocolo de Manchester. Mediante a importância do Protocolo de Manchester, este trabalho foi realizado para o conhecimento e informação do sistema de classificação de risco do paciente. O processo de entrada se dá na unidade de saúde e nas emergências. Quando o usuário chega à Emergência do HNSC ele é avaliado, classificado e recebe uma prioridade que determinará o tipo de atendimento que ele terá. Assim sendo, esta prioridade é baseada na situação clínica do paciente e não em ordem de chegada. Esta classificação tem com base o protocolo, que é representado por cores que indicarão a prioridade clinica de cada paciente. O protocolo de Manchester tem por objetivo identificar e priorizar o atendimento do paciente, facilitando o seu diagnóstico e reorganizar os fluxos operacionais dando assim, garantia de acesso universal ao atendimento.Item ATENDIMENTO ACOLHEDOR E HUMANIZADO EM UM HOSPITAL PÚBLICO DE PORTO ALEGRE(Grupo Hospitalar Conceição, 2017) Fernandes, Mellany; Benedetti, Luciane BertoEste trabalho foi realizado para a conclusão do curso Técnico em Registros e Informações em Saúde, no Hospital Nossa Senhora da Conceição, durante as aulas práticas, na Emergência e no Posto da Neurologia, onde as informações foram coletadas. Através do acompanhamento do dia-a-dia nestes locais, em um período de quatro semanas, foram vivenciados momentos em que, a meu ver, o hospital precisa reavaliar a conduta e abordagem dos funcionários com o usuário do serviço, para que se enquadre na Política Nacional de Humanização. A superlotação da Emergência e sua precária infraestrutura pode se refletir no trabalho dos funcionários, desanimando-os e influenciando no atendimento. Já o Setor de Neurologia tem uma abordagem exemplar, seja com o paciente, seja com o familiar; tem alguns erros a serem corrigidos, mas não afeta no atendimento nem no desenvolvimento do setor.Item ATENDIMENTO ADMINISTRATIVO ACOLHEDOR E HUMANIZADO NA ÁREA HOSPITALAR(Grupo Hospitalar Conceição, 2017) Braga, Vera Lucia Alves; Severo, Silvani BotlenderEste trabalho foi realizado através de ensinamentos durante o Curso Técnico de Registros em Saúde e baseado nas experiências vivenciadas nas áreas administrativas no Hospital Nossa Senhora da Conceição, nos serviços de Emergência, Ouvidoria, Núcleo Interno de Regulação (NIR), Instituto da Criança com Diabetes (ICD), e no Posto da Unidade de Internação do 3º E que atende as especialidades de Nefrologia, Endocrinologia e Medicina Interna do mesmo Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC). Seu principal objetivo não é mudar as rotinas de serviços administrativos ou expor quaisquer falhas de processos de atendimento. Ele busca sensibilizar os profissionais e alunos deste curso a aplicar o aprendizado recebido no que diz respeito ao bom atendimento no acolhimento e no decorrer dele, sem perder o foco no atendimento humanizado esperado de todo o trabalhador da área da saúde.Item ATENDIMENTO HUMANIZADO NA “CENTRAL DE LEITOS” DO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO(Grupo Hospitalar Conceição, 2014) Espinoza, Sant'Clair Severo; Alves, Bianca da SilvaO presente trabalho é resultado das vivências de estágio no setor “Central de Leitos” do Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC) do Grupo Hospitalar Conceição (GHC), localizado na Zona Norte de Porto Alegre, RS, realizado durante o desenvolvimento do curso Técnico em Registros e Informações em Saúde do Instituto Federal do Rio Grande do Sul/Escola GHC., no primeiro semestre de 2014. Entre as muitas impressões possibilitadas pela vivência no setor, considero marcante a importância da postura ética dos funcionários administrativos da “Central de Leitos”, o profissionalismo e a resolução humanizada dos problemas no atendimento aos usuários, principalmente em situações críticas (óbitos, falta de leitos, tentativa de alteração da ordem da fila de espera)Item ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL ADMINISTRATIVO EM UMA UNIDADE DE INTERNAÇÃO DO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO(Grupo Hospitalar Conceição, 2016) Machado, Patrícia; Lucho, Cíntia Lopes CastroEste Trabalho de Conclusão de Curso tem por objetivo descrever as rotinas administrativas do posto 3I.1 no Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC). A Equipe do posto é composta por médicos, enfermeiros, residentes, técnicos em enfermagem, por uma funcionária que atua como auxiliar administrativa, entre outros profissionais. A especialidade da ONCO-HEMATO é fazer o tratamento de doenças hematológicas, leucemia, linfoma e outros. Durante o período de vivência no segundo semestre de Prática Profissional Simulada II, desenvolvi as minhas atividades administrativas sob a orientação e supervisão da auxiliar administrativa lotada no Posto 3I.1 – ONCO-HEMATO. Com essa vivência observei como oserviço administrativo é organizado na atenção terciária à saúde em uma unidade de internação, aproximando os conhecimentos adquiridos durante o Curso Técnico em Registros e Informações em Saúde (CTRIS). Percebi a importância da organização das informações, e ainda da realização de treinamentos dos funcionários para serem capacitados a executarem novas tarefas administrativas e aquelas vigentes. Diante da importância da padronização dos fluxos de trabalhos, finalizo contribuindo com a sugestão da inclusão da metodologia dos Procedimentos Operacionais Padronizados (POP) no plano de ensino do CTRIS, e ainda a implantação e implementação de POP na área de registros do HNSC tendo em vista a carência de seu uso nessa área específica.Item CARTÃO NACIONAL DE SAÚDE: SUA HISTÓRIA E EVOLUÇÃO(Grupo Hospitalar Conceição, 2016) Silva, Claunice da Rosa; Rizzotto, José MatiasO Brasil, mais uma vez, sai na frente adotando ações e ferramentas tecnológicas, em registros, nesse sentido podemos citar a adoção do Cartão Nacional de Saúde (CNS), todavia sem o nível necessário de discussão e preparação com a sociedade. O desenvolvimento, a implementação e uso dessa ferramenta nas organizações prestadoras de serviços, passa a ser obrigatório na área de saúde pública que vem recebendo elevadas somas de investimentos anuais. Para a manutenção do Sistema no Brasil, o Ministério da Saúde (MS) vem desenvolvendo ferramentas de suporte para o registro em saúde pública, mas, infelizmente, não está totalmente implantado um sistema que permita a leitura e rastreabilidade através do CNS, dos atendimentos realizados no paciente conforme o projeto original. A temática deste trabalho gira em torno da evolução ao longo dos anos com relação ao CNS. Após a pesquisa bibliográfica concluí que o tema de aplicação tecnológica em saúde, referente ao CNS não vem recebendo as devidas atenções por parte do Gestor Federal, que vislumbra a automação como fator de qualidade e esquece a necessidade básica de saúde a qual o cidadão tem direto; e nem pelas representações de profissionais, que seguem “engolindo” os padrões mecanicistas sem o nível mínimo de debate necessário com os integrantes que as mesmas representam. Na teoria, teríamos com a implementação iniciada nos anos 90 da criação da Lei Orgânica da Saúde e de várias normas e portarias emitidas pelo MS – as Normas Operacionais Básicas (NOBs) – como instrumentos de regulamentação do sistema, sendo o CNS um facilitador para boa prática na operacionalização do Sistema Único de Saúde (SUS).Item DOS BASTIDORES DO ATENDIMENTO AOS DESAFIOS DA INFORMAÇÃO A importância do auxiliar administrativo no serviço de saúde(Grupo Hospitalar Conceição, 2017) Teixeira, Bianca Marins; Klug, DanielExistem muitas fazes pelas quais passam os processos de ascendência à saúde dos pacientes dentro de um hospital. O processo de atendimento dos usuários dos serviços de atendimento à saúde se iniciam desde a chegada do paciente ao hospital. Existem processos que vão além do que compreendemos como atendimento a saúde. Todos os profissionais de uma instituição hospitalar trabalham em conjunto, como uma grande equipe, onde o trabalho de um complementa o trabalho do outro e todos têm sua parcela de contribuição no atendimento dos pacientes. E todos os setores colaboram para o funcionamento da instituição. Esse trabalho salienta a parcela de contribuição dos profissionais auxiliares administrativos dentro dos serviços de saúde.Item EVOLUÇÃO DE UM SETOR ADMINISTRATIVO EM UM HOSPITAL PÚBLICO(Grupo Hospitalar Conceição, 2018) Ferreira, Luciana Barcellos; Pires, Diovani SchreiberEste trabalho de conclusão de curso apresenta a evolução do processo de trabalho dentro de um setor administrativo hospitalar com pouca visibilidade, considerando que este não trata diretamente com o paciente, e sim do acompanhamento da formação do profissional da área da saúde. Sendo assim, relato minha experiência neste setor e as mudanças no processo de trabalho baseadas nos sistemas de informações implantados e o impacto destes. Saliento o diferencial de um profissional técnico em registro e informações em saúde nos cargos administrativos.Item HUMANIZAÇÃO E ACOLHIMENTO NO INSTITUTO DA CRIANÇA COM DIABETES/HOSPITAL- DIA(Grupo Hospitalar Conceição, 2017) Millani, Leocádia Vasconcelos; Merlo, Izabel AlvesO relatório apresenta e descreve o Instituto da Criança com Diabetes (ICD), destacando suas características de humanização. A instituição não possui fins lucrativos (ONG-Organização não governamental). Atende pacientes portadores de Diabetes Mellitus (DM) Tipo 1 e 2, sendo estes e crianças, adolescentes e adultos jovens ou mais velhos, entre 0 e 20 anos, desde que sua chegada tenha ocorrido até os 21 anos. Com regime de atendimento 100% SUS (Sistema Único de Saúde) em parceria ao GHC (Grupo Hospitalar Conceição). Conta com grande infraestrutura e aporte aos seus pacientes, oferecendo hospital-dia, ambulatórios de especialidades variadas, oficinas de nutrição, gabinetes odontológicos, centro de oftalmologia, brinquedoteca e linha hot-line. Seu atendimento é acolhedor e humanizado, pois oferece tratamento diferenciado, acesso a vários profissionais, educação em Diabetes, primando pela humanização e acolhimento.
