Curso Técnico em Registros e Informações em Saúde
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Item PRONTUÁRIO MÉDICO DE PACIENTE: UMA CONTRIBUIÇÃO PARA MELHORIA DAS INFORMAÇÕES NA UNIDADE DE INTERNAÇÃO 3º E HNSC(Grupo Hospitalar Conceição, 2011) Aguiar, Vera Regina dos Passos; Merlo, Izabel AlvesEste relatório tem o objetivo de apresentar as observações realizadas pela pesquisadora, sobre os prontuários dos pacientes da Unidade de Internação do 3º E do Hospital Nossa Senhora da Conceição, durante seu período de estágio. Os prontuários avaliados foram todos em suporte de papel, pois a unidade ainda não disponibiliza suas informações em formato eletrônico. Aborda-se ainda a história do prontuário, sua origem e primeiros registros, os principais conceitos de prontuário, seu sistema de localização e guarda, responsabilidades, componentes, sigilo e a importância do prontuário para médicos, pacientes e instituição. O foco principal deste relatório é a geração de prescrições em duplicidade, e os efeitos desta prática. Verificou-se que muitas informações são repetidas, o que ocasiona além do duplo trabalho, consequente desperdício de tempo. Também onera ao Hospital no que se refere ao valor-hora dos funcionários, torna o processo mais lento e vulnerável a erros. Ocorre desperdício de tempo, papel, cartuchos de impressão, devido a várias impressões do mesmo documento. Com esta análise apresentam-se sugestões de melhoria, com informações claras e de valor para a instituição e seus colaboradores, buscando desta forma contribuir para a geração de registros de informações em saúde que contenham qualidade e clareza. Propõe-se a qualificação dos funcionários que atuam com prontuários para a racionalização do serviço.Item REGISTRO ADEQUADO, INFORMAÇÃO CONFIÁVEL(Grupo Hospitalar Conceição, 2011) Nepomuceno, Rosane Lucia de Lima; Fert, Marta Helena BuzatiOs registros em saúde são produzidos sempre que se presta um serviço de atenção desta natureza. Esses registros transformam-se em informações, constituindo em importante ferramenta de auxílio nos processos de organização, avaliação, planejamento e tomadas de decisões. Nosso objetivo é demonstrar aos profissionais envolvidos nas atividades dos registros hospitalares, a importância de registrar corretamente. Para isso, acompanhamos o prontuário do paciente, bem como outros registros produzidos na atenção ao usuário internado no Centro Obstétrico do Hospital Nossa Senhora da Conceição. A área de registros e informações em saúde em uma rede de assistência como o GHC – que presta serviços desde a atenção primária até a mais alta complexidade – é essencial para o aperfeiçoamento dos processos de gestão, seja nos níveis da assistência ou da administração. Esta área fornece os subsídios necessários para a tomada de decisões, consideradas estratégicas, para a melhoria da qualidade dos serviços prestados. No presente relatório, abordamos ainda os tópicos: Registros Clínicos e as Estatísticas Hospitalares bem como a Informatização. Descrevemos os documentos produzidos, ressaltamos os mais importantes e citamos alguns setores, além da atenção, que se alimentam das informações neles contidas. Constatamos que o Prontuário do Paciente é uma das principais fontes para a geração das informações e, ainda, que todo o profissional envolvido com o registro do mesmo, é parte do sistema de informação e contribui para a melhoria da gestão hospitalar e consolidação do Sistema Único de Saúde. Verificamos, também, que o registro feito durante o atendimento seja ele correto ou não, desempenha um importante papel, pois pode transformar-se em indicador de saúde e ser utilizado para a o planejamento da gestão nas várias esferas da atenção em saúde, bem como na elaboração das políticas públicas da área.Item PADRONIZAÇÃO DA NOMENCLATURA DO CENSO HOSPITALAR(Grupo Hospitalar Conceição, 2011) Acosta, Ligia Regina Ribeiro; Bielenki, Claudia Rosana ZaccaniO censo hospitalar diário sempre desenvolveu um papel importantíssimo em todas as unidades dentro de um hospital. Atualmente o censo desempenha uma importante função, pois é através da sua leitura que se chega a dados estatísticos, fornecendo assim os indicadores de qualidade e produtividade, como por exemplo (taxa de ocupação, tempo médio de permanência, taxa de infecção, taxa de mortalidade, entre outros). Há ainda alguns hospitais que utilizam o censo manualmente, mas a maioria já utiliza o sistema informatizado. O Sistema Único de Saúde (SUS), constatou que havia uma variedade nos termos utilizados em situações comuns a todos os hospitais da rede , não havendo uma uniformidade. Os termos técnicos nos censos dificultavam à sua formulação. Então verificou-se a necessidade de criar um sistema no qual houvesse uma uniformidade em todo o país. Chegou-se a um consenso após consulta pública de que os hospitais integrantes do Sistema Único de Saúde (SUS), deveriam utilizar uma padronização na nomenclatura do censo hospitalar diário. O funcionamento do censo dentro de uma unidade hospitalar precisa sempre ser claro e organizado, objetivando assim facilitar o manuseio por parte de todos os profissionais de saúde e de outros interessados.Item AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE: O ELO ENTRE A COMUNIDADE E A SAÚDE(Grupo Hospitalar Conceição, 2012) Pagano, Denise Gaeski; Klug, DanielO Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS) e o Programa de Saúde da Família (PSF) foram criados, respectivamente, em 1991 e 1994, com o objetivo de reorganização da prática de atenção à saúde com atividades de prevenção, promoção e recuperação da saúde. Foram iniciativas que apontam de um lado para a expansão do mercado, e, do outro, para a reestruturação do processo de trabalho em saúde, via o trabalho em equipe e criação de novas ocupações para o setor, entre elas o Agente Comunitário de Saúde (ACS). O ACS tem como orientação de atender entre 400 e 750 pessoas, dependendo da realidade e das necessidades locais, como também, desenvolver atividades de prevenção de doenças e promover saúde por meio de ações educativas individuais e coletivas, nos domicílios e na comunidade. O Ministério da Saúde incorporou os agentes comunitários de saúde ao Sistema Único de Saúde (SUS), assim ficou definido, pelo próprio Ministério e pelas secretarias municipais de saúde, que esses trabalhadores, independentemente do nível de escolaridade, deveriam cumprir requisitos formais de: residir há pelo menos dois anos na comunidade; ter idade mínima de 18 anos; saber ler e escrever; ter disponibilidade de tempo integral para exercer suas atividades (BRASIL, 2004).Item A ODONTOLOGIA NO SUS(Grupo Hospitalar Conceição, 2012) Soares, Tamara da Silva; Dias, Lahir ChavesPara o entendimento da situação atual da prática odontológica no SUS, é necessário conhecer um pouco da história da odontologia no Brasil, a corrente que deu forma e conteúdo à reforma sanitária no SUS e o reconhecimento da dimensão da saúde bucal no contexto da integralidade, equidade e universalidade da atenção em saúde bucal no conjunto de problemas gerais de saúde-doença. Através de levantamentos realizados a fim de conhecer as condições de saúde bucal da população brasileira ao longo dos anos e acompanhar sua evolução, também se obteve indicadores que retratam a nossa realidade e servem para direcionar um planejamento de saúde nesta área. A partir do primeiro levantamento realizado já percebeu-se que seria necessário implantar um programa em âmbito nacional que atendesse a demanda das necessidades odontológicas de nossa população. Com o a Constituição de 1988 instituiu-se o Sistema Único de Saúde (SUS) que determina que seja obrigatório o atendimento gratuito ao cidadão sendo proibidas cobranças de qualquer espécie. Até então não havia políticas públicas que contemplassem a população na assistência odontológica os serviços estavam inseridos nas Unidades de Saúde ou emergências hospitalares. Atualmente há uma grande gama de procedimentos disponibilizados pela rede pública. Um trabalho mais ativo de prevenção também vem se desenvolvendo, certamente melhorando a qualidade de vida da população.Item O PRONTUÁRIO DO PACIENTE COMO REGISTRO PARA FATURAMENTO(Grupo Hospitalar Conceição, 2013) Xavier, Eliana Malaquias; Klug, DanielO foco deste relatório é mostrar a importância do prontuário no setor de faturamento do Hospital Nossa Senhora Conceição, que compreende o processamento de finalização das contas hospitalares, desde a sua chegada a até a saída, por isso é feita uma análise muito detalhada e rigorosa, passando por etapas necessárias e interligadas para obter um resultado satisfatório. A primeira etapa com o recebimento dos prontuários dos pacientes com alta como também de óbito, na segunda etapa esses prontuários recebem uma atenção a mais onde os códigos de procedimentos referentes às patologias, cirurgias, tempo de internação, são revisados de acordo com o assessoramento de dois médicos auditores para garantir segurança da informação. Na terceira etapa é feito o faturamento de consultas ambulatoriais, exames, emergência e demais procedimentos. Na última etapa a conferência dos lançamentos digitados e conferidos para o sistema do GHC e posteriormente para o sistema DATASUS pertencente ao Ministério da Saúde.Item TESTE DO PEZINHO NA SAÚDE COMUNITÁRIA(Grupo Hospitalar Conceição, 2013) Magalhães, Karina Isaurrauld de; Levandovski, Rosa MariaEste trabalho sobre o Teste do Pezinho tem como objetivo mostrar a importância do registro e informações feitos pelo profissional de saúde na coleta de dados pessoais do recém-nascido, bem como de seus pais, ex: Nome completo, data de nascimento, nome dos pais, entre outros, para que não ocorram erros em relação á identificação correta das pessoas envolvidas. Também mostra como funciona o teste e as doenças que podem ser detectadas. Através deste teste os resultados podem ser muito benéficos para o recém - nascido, mesmo que a cura da doença não seja alcançada. Visa mostrar que é de suma importância para os recém–nascidos, tendo este um prazo de coleta para ter um resultado mais eficaz. Através deste trabalho, também, é mostrado a importância da forma correta da coleta do exame, o armazenamento deste documento, para onde vai para ser analisado e como é feito um retorno as famílias.Item SERVIÇO DE ARQUIVO MÉDICO E ESTATÍSTICA NO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO - SAME(Grupo Hospitalar Conceição, 2013) Seigmann, Carlos Eduardo; Lerina, Fernando SantosEste relatório tem com objetivo descrever o Serviço de Arquivo Médico e Estatística (SAME) do Hospital Nossa Senhora da Conceição em Porto Alegre, setor pelo qual é responsável pela guarda e disponibilização de prontuários, boletim de atendimento, declaração de nascido vivo, declaração de responsabilidade de internação entre outros documentos da instituição, os quais são ordenados e registrados. O prontuário é a principal ferramenta de informações básicas sendo algumas de sigilo médico e conjunto de fatos e assistência sobre saúde do paciente. O SAME disponibiliza de um serviço de solicitação de documentos fornecendo as informações necessárias. O foco do trabalho é mostrar sua importância na forma de arquivamento.Item IMPORTÂNCIA DA ORGANIZAÇÃO NO PROCESSO ADMINISTRATIVO NA MEDICINA INTERNA(Grupo Hospitalar Conceição, 2013) Mallmann, Jussara Teresinha Ghidini; Fert, Marta Helena BuzatiEste Relatório foi realizado para o trabalho de conclusão do curso Técnico em Registros e Informações em Saúde do Centro de Educação Tecnológica e Pesquisa do Grupo Hospitalar Conceição – Escola GHC. O tema escolhido foi o processo de trabalho do Auxiliar Administrativo da unidade de internação do Hospital Nossa Senhora da Conceição, pertencente ao Grupo Hospitalar Conceição, uma instituição pública, reconhecida nacionalmente como um complexo de serviços de saúde com atendimento somente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e localizado na cidade de Porto Alegre, no Estado do Rio Grande do Sul. Durante o curso as diferentes vivências e campos de prática em que passei foram no estagio de quatro semanas, no posto/unidade de internação da Medicina Interna, 3º C2, que mais motivou a realização de uma reflexão e registro de experiência. Neste posto são tratadas diversas patologias, e dependendo da doença os pacientes são encaminhados para outros setores especializados. Pude aprender e ajudar no serviço burocrático da auxiliar administrativa, onde tem muito trabalho. É necessária atenção no manuseio dos documentos para que não haja erro, pois o mesmo pode ocasionar danos ao paciente e a instituição. É um posto com muita movimentação de pessoal, uma vez que trabalham médicos e residentes, que estudam caso a caso dos pacientes, assim como a equipe de enfermagem. Busco fazer um breve relato apresentando o Hospital Conceição e o posto/unidade de internação da Medicina Interna. Através de uma reflexão teórica, principalmente sobre o que foi proporcionado, durante o curso, em humanização e ética profissional. Destaco de forma breve a descrição do espaço físico, dos processos administrativos na Medicina Interna e a importância do trabalho do Auxiliar Administrativo e da organização do processo.Item PRONTUÁRIO: INSTRUMENTO DE INFORMAÇÃO(Grupo Hospitalar Conceição, 2013) Silva, Rejane Morais da; Benedetti, Luciane BertoEste relatório procura enfatizar a importância do prontuário em uma instituição de saúde e de como esses registros são transformados em informações, constituindo-se em importante ferramenta de auxílio nos processos de organização, avaliação, planejamento e tomada de decisões. Tem como objetivo mostrar aos profissionais envolvidos nas atividades dos registros hospitalares, a relevância do seu papel em fazer o correto preenchimento do prontuário do paciente, ressaltando os diversos itens que abarcam e fundamentam este instrumento valioso, que é o prontuário do paciente. Aborda a história do prontuário, como e quando foram feitos os primeiros registros até os dias atuais. E, ao mesmo tempo, fazemos uma ligação com as experiências vividas nos estágios, procurando de alguma forma minimizar os erros que são cometidos por profissionais desqualificados para a função.Item A EXPERIÊNCIA DE UMA ESTUDANTE DO CURSO TÉCNICO EM REGISTROS E INFORMAÇÕES EM SAÚDE NO AMBULATÓRIO DE UM INSTITUTO DE REFERÊNCIA EM DIABETES(Grupo Hospitalar Conceição, 2013) Martins, Luciane Machado; Dias, Lahir ChavesO Instituto da Criança com Diabetes é uma Organização não Governamental(ONG), sem fins econômico que presta atendimento a pacientes portadores de Diabetes tipo 1 e 2, atendendo crianças, adolescentes e adultos jovens gratuitamente em parceria com o GHC. Conta com uma infra-estrutura moderna e completa com hospital-dia, ambulatório, oficina de nutrição, gabinetes odontológicos, centro oftalmológico, brinquedoteca e hot-line, que é uma linha telefônica para suporte aos pacientes. Tem como porta de entrada como primeira consulta pacientes de 0 a 20 anos de idade e possui um atendimento diferenciado, onde o mesmo paciente tem a possibilidade de agendar até mais de uma consulta com profissionais diferentes no mesmo dia. Os registros ali realizados são através do sistema próprio desenvolvido pela gerência de informática do grupo, além de planilhas com o objetivo de agilizar fluxos e facilitar o atendimento. Ocorre um entrosamento entre as equipes e a área administrativa, tornando o trabalho muito eficaz. Este estágio me permitiu vivenciar uma experiência de êxito na assistência cujo enfoque é auxiliar o paciente e sua família, facilitando o acesso aos serviços prestados na instituição .Item AS CORES QUE PRIORIZAM A VIDA PROTOCOLO DE MANCHESTER(Grupo Hospitalar Conceição, 2013) Zytkuewisz, Rochele Alfonso; Bielenki, Claudia Rosana ZaccaniEste trabalho é baseado em pesquisas e estágios vivenciados. A intenção é demonstrar como se dá a Classificação de Risco na Emergência do Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC),baseada no Protocolo de Manchester. Mediante a importância do Protocolo de Manchester, este trabalho foi realizado para o conhecimento e informação do sistema de classificação de risco do paciente. O processo de entrada se dá na unidade de saúde e nas emergências. Quando o usuário chega à Emergência do HNSC ele é avaliado, classificado e recebe uma prioridade que determinará o tipo de atendimento que ele terá. Assim sendo, esta prioridade é baseada na situação clínica do paciente e não em ordem de chegada. Esta classificação tem com base o protocolo, que é representado por cores que indicarão a prioridade clinica de cada paciente. O protocolo de Manchester tem por objetivo identificar e priorizar o atendimento do paciente, facilitando o seu diagnóstico e reorganizar os fluxos operacionais dando assim, garantia de acesso universal ao atendimento.Item POSTO 3ºI1 ONCO/HEMATO - ROTINAS ADMINISTRATIVAS E A ONCOLOGIA NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS)(Grupo Hospitalar Conceição, 2013) Fioreze, Rozalba; Alves, Bianca da SilvaEste trabalho tem como objetivo fazer um breve relato sobre a política adotada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em relação ao tratamento do câncer no Brasil, comentar sobre o atendimento ao paciente, que tipo de profissionais estão envolvidos neste atendimento, o direito do paciente a acompanhante durante a internação e o papel do Técnico em Registro e Informações em Saúde dentro desse contexto. Como é de conhecimento público, nesta especialidade a demanda por leitos para cirurgia e para o tratamento da doença é maior que a oferta, isto é, tem mais pacientes do que leito, de forma que senti a necessidade de averiguar se isso também ocorre no Hospital Nossa Senhora da Conceição, e se de fato ocorre, como o hospital administra esta demanda, de modo que um paciente não seja privilegiado em detrimento de outro. No HNSC a onco-hemato esta localizada no 3º andar do Bloco I (Postos 3ºI1 E 3ºI2), além de contar também com atendimento no ambulatório e no Hospital Dia. Durante o 2° semestre do corrente ano estagiei no posto 3ºI1 onde vivenciei as rotinas administrativas do mesmo. Com supervisão da Roselei Maria Haito, secretária do posto, realizei algumas tarefas pertinentes a esta Unidade as quais vou descrever no decorrer deste relatório.Item BIBLIOTECA ACESSÍVEL: A INFORMAÇÃO, O CONHECIMENTO E A CULTURA COMO DIREITO DE TODAS AS PESSOAS(Grupo Hospitalar Conceição, 2013) Pereira, Élvio de Freitas; Merlo, Izabel AlvesEste trabalho, cujo tema é "Biblioteca Acessível: a informação, o conhecimento e a cultura como direito de todas as pessoas", tem o objetivo de problematizar a questão da inacessibilidade da Biblioteca do Hospital Nossa Senhora da Conceição para os portadores de necessidades especiais e de movimentos reduzidos. Nas visitas que fiz à Biblioteca, pude analisar com muito calma todos os procedimentos nela efetivados de forma responsável e muito eficazes, desejando apresentar as potências que a Biblioteca possui tanto do seu acervo bibliográfico, de sua equipe qualificada, quanto da sua utilização e atendimentos aos usuários, como se dá cada atendimento mostrando o quanto de valor possui na troca de experiências e o quanto de possibilidade existe para construir-se numa luta que defenda e construa a sua acessibilidade universal. O trabalho é de cunho propositivo, desejando apresentar algumas possibilidades bem concretas e viáveis sobre acessibilidade e já para dar início a esta nova realidade: criar acesso para todas as pessoas, como direito humano.Item CARTÃO SUS E OS AGENTES COMUNITÁRIOS UNIDADE VILA FLORESTA(Grupo Hospitalar Conceição, 2013) Rodrigues, Lenira da Rosa; Rizzotto, José MatiasO presente trabalho tem o foco direto com a atividade do agente comunitário de saúde, dentro das necessidades da comunidade a que pertence, visando apenas em foco dessa vivência chamada Cartão Nacional de Saúde, apresentando sua função e necessidade. Os Agentes Comunitários de Saúde têm o propósito de orientar a população usuária do SUS, disseminando os princípios e diretrizes deste sistema, fazendo com que as pessoas entendam que o cartão SUS é um instrumento que facilita a comunicação em qualquer atendimento ou serviço de saúde prestado em qualquer ponto do Brasil. Também em suas visitas aos moradores das comunidades atendidas, demonstrar uma maior atenção a estes, através de campanhas de prevenção a doenças e levando afetividade em suas divulgações nos moradores visitados.Item SISTEMA DE INFORMÁTICA DO GHC ( ALMOXARIFADO)(Grupo Hospitalar Conceição, 2013) Ferreira, Fabio; Macedo, Silvia Daniela PintoEste relatório tem o objetivo de mostrar um recorte do sistema GHC, abordando seu funcionamento no setor de almoxarifado, local de realização da prática de estágio proporcionado pela Instituição, referente ao Curso Técnico de Registro de Informações em Saúde da Escola GHC. O relato começa apresentando o Grupo Hospitalar Conceição, logo em seguida apresenta uma breve descrição sobre conceitos importantes ao se pensar sistema, informação e informática e finalmente descreve o sistema do GHC.Item O ACESSO À INFORMAÇÃO E A DIVULGAÇÃO DO SERVIÇO DE OUVIDORIA DO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO(Grupo Hospitalar Conceição, 2014) Kulmann, Marcelo de Brito; Merlo, Izabel AlvesEste relatório apresenta o Serviço de Ouvidoria do Hospital Nossa Senhora da Conceição, apontando suas características gerais e funcionais. O tema foi escolhido com base na conscientização do valor de uma ouvidoria eficiente e sua eficácia para a melhoria das ações e serviços em saúde. Desenvolve uma pesquisa sobre conceitos de ouvidoria e papel do ouvidor, indicando habilidades e competências. Aponta os propósitos de uma ouvidoria e sua relação usuário e instituição. Salienta a relevância da comunicação para o bom desempenho do serviço. Inclui estatística com indicadores de demanda dos usuários e relatos de desfechos fornecidos pela ouvidoria do Hospital....Item A IMPORTÂNCIA DAS INFORMAÇÕES EM ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE(Grupo Hospitalar Conceição, 2014) Gonçalves, Milena Rodrigues; Dias, Lahir ChavesEste relatório descreve a vivência de uma aluna do curso técnico em registros e informações em saúde num setor de realização de exames do Hospital Nossa Senhora da Conceição. Tem como objetivo relatar a situação vivenciada a fim de sensibilizar os profissionais de saúde quanto à importância das informações na assistência do paciente, seja escrita ou verbal. A falta de comunicação nas informações importantes como de um paciente em isolamento ocasionou que medidas de prevenção, como cuidado com o manuseio e circulação do prontuário, não foram tomadas inicialmente, expondo todos a riscos desnecessários de contaminação de mãos e superfícies. Saliento que a qualidade das informações é muito importante, pois a comunicação clara e objetiva reduz as chances de erro, contribuindo para a segurança do paciente, funcionários e visitantes. Como forma de comunicação a sinalização visual é um instrumento que deve ser estimulado e eu concluo sugerindo uma cor diferenciada para a capa do prontuário de pacientes em isolamento a fim de minimizar as chances de erro de comunicaçãoItem ATENDIMENTO HUMANIZADO NA “CENTRAL DE LEITOS” DO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO(Grupo Hospitalar Conceição, 2014) Espinoza, Sant'Clair Severo; Alves, Bianca da SilvaO presente trabalho é resultado das vivências de estágio no setor “Central de Leitos” do Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC) do Grupo Hospitalar Conceição (GHC), localizado na Zona Norte de Porto Alegre, RS, realizado durante o desenvolvimento do curso Técnico em Registros e Informações em Saúde do Instituto Federal do Rio Grande do Sul/Escola GHC., no primeiro semestre de 2014. Entre as muitas impressões possibilitadas pela vivência no setor, considero marcante a importância da postura ética dos funcionários administrativos da “Central de Leitos”, o profissionalismo e a resolução humanizada dos problemas no atendimento aos usuários, principalmente em situações críticas (óbitos, falta de leitos, tentativa de alteração da ordem da fila de espera)Item A QUALIDADE DOS PROCEDIMENTOS TÉCNICOS NA CAPTAÇÃO DE ÓRGÃOS E TECIDOS PARA TRANSPLANTE(Grupo Hospitalar Conceição, 2015) Rech, Adelaide Regina; Maliska, Alessandra Natacha RinaldoO Dr. Euryclides Zerbini, formou-se em 1935, pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. A equipe chefiada pelo Prof. Zerbini realizaria o primeiro transplante em 26 de maio de 1968, ou seja, pouco mais de cinco meses após o transplante histórico na África do Sul. A partir de 1984, o Rio Grande do Sul entrou oficialmente na era dos transplantes. Fazem parte do grupo de potenciais doadores, o doador com morte encefálica, cuja morte é definida com a parada total e irreversível da atividade do tronco e hemisférios cerebrais, sendo necessários dois exames cliniconeurológicos e um exame gráfico complementar, para a confirmação da morte. O doador vivo refere-se ao indivíduo saudável disposto a doar órgão ou tecido. De modo geral, há dois tipos de transplantes: o autólogo, cujas células, tecidos ou órgãos são retirados da própria pessoa e implantados em um local diferente do corpo; e o alogênico, que compreende a retirada de material de outra pessoa (doador), para ser implantada no paciente (receptor). Os transplantes são procedimentos de alta complexidade e exigem dos recursos humanos dedicados a essa atividade, capacitação adequada e atualizações periódicas. Todas as etapas envolvidas necessitam ser bem executadas e articuladas entre si, desde o momento em que se confirma o diagnóstico da morte encefálica, até o implante do órgão no receptor, sendo que todo o processo deve ser desenvolvido em poucas horas. A qualidade nos procedimentos técnicos na captação de órgãos e tecidos, está em promover este processo de forma transparente e rápida, a fim de alcançar seu objetivo final, que é um transplante bem-sucedido. Desde o ano de 2010, o Hospital Cristo Redentor mantém a primeira posição no estado RS de doadores efetivos. O Hospital Conceição está apto para captação de múltiplos órgãos, porém, como é um hospital especializado na área clínica, as doações são, na sua maioria, de córneas. Após a autorização do familiar para a doação, o plantonista ...
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